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Petrobras espera aval do Ibama para atividades na margem equatorial no próximo mês

Placeholder - loading - Jean Paul Prates, CEO da Petrobras 2/03/2023 REUTERS/Pilar Olivares
Jean Paul Prates, CEO da Petrobras 2/03/2023 REUTERS/Pilar Olivares
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Por Marta Nogueira

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras aguarda para o próximo mês alguma sinalização do órgão ambiental federal Ibama para seguir com projetos na Margem Equatorial, possivelmente na Bacia de Potiguar ou na Bacia da Foz do Rio Amazonas, afirmou nesta quinta-feira o CEO, Jean Paul Prates.

A Margem Equatorial é uma extensa área, que vai do Rio Grande do Norte ao Amapá, com amplo potencial para descobertas de petróleo, mas imensos desafios socioambientais.

Para Potiguar, a empresa aguarda uma licença para um poço de extensão para verificar uma descoberta realizada anteriormente, enquanto na Foz do Amazonas a Petrobras ainda aguarda aval para a realização de um simulado, chamado de Avaliação Pré-Operacional (APO), que precede a licença de perfuração.

'Alguma licença, nesse sentido, vai sair agora ao longo desse mês, porque está andando. O relacionamento nosso com o Ibama é excelente', frisou.

O CEO afirmou que a empresa concluiu na semana passada, com sucesso, uma APO de três dias em Potiguar. 'O APO é uma das fases, é como se tivesse chegado na prova final (do licenciamento)', disse Prates, pontuando que o simulado pode resultar em novas exigências, antes que a licença seja concedida.

'(O simulado em Potiguar) foi super nota 10, fora um detalhe ou outro foi super aprovado', disse Prates.

Caso o Ibama libere a perfuração em Potiguar, o executivo afirmou que a empresa precisaria de cerca de três a quatro semanas para preparar a sonda, que realiza atualmente pequenas atividades na Bacia de Campos, e enviá-la. Um poço em Potiguar, por sua vez, poderia demandar cerca de quatro ou cinco meses, segundo o executivo.

A petroleira também tem a expectativa de que o Ibama libere a companhia para realizar um APO na Foz do Amazonas. Ela chegou a ficar pronta para as atividades na região, antes que o Ibama decidisse em maio negar a licença para perfurar a região, alegando que a companhia não havia cumprido pré-requisitos.

A Petrobras recorreu da decisão e aguarda o retorno, o que não há prazo para ser concluído.

(Por Marta Nogueira)

Escrito por Reuters

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