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How Deep Is Your Love? Mergulhando no Mundo dos Bee Gees

Confira 10 curiosidades sobre os eternos reis da disco music e uma das maiores bandas da história

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Em homenagem ao aniversário do homem com um dos falsetes mais emblemáticos da história, um compositor fenomenal e produtor musical que mudou a música para sempre, Barry Gibb, confira uma lista de dez curiosidades sobre a banda da qual ele participou por 44 anos:

1- Os Bee Gees são o único grupo na história a compor, gravar e produzir seis sucessos que alcançaram o primeiro lugar na Billboard Hot 100, a principal parada de música dos Estados Unidos, com: "How Deep Is Your Love" (1977), "Stayin' Alive" (1977), "Night Fever" (1977), "Too Much Heaven" (1979), "Tragedy" (1979) e "Love You Inside Out" (1979).

2- O sucesso da canção "Oh! Darling", dos Beatles, só foi possível por causa de um integrante dos Bee Gees. A música possuía uma forte influência do rock 'n' roll que marcou a trajetória dos Fab Four desde o início até o final de sua carreira. Robin Gibb, dos Bee Gees, fez uma versão de "Oh! Darling", que atingiu a 15ª posição na Billboard Hot 100 — a versão original nem chegou a figurar na lista. Essa, aliás, é a melhor classificação que Gibb conseguiu em sua carreira solo nas paradas de singles.

3- O grupo tinha um método de composição quase telepático. Robin contribuía com uma letra, enquanto Barry trazia uma melodia. Inclusive, Robin afirmava que eles trabalhavam melhor juntos. Eles se comparavam às pernas de um tripé: se uma fosse removida, as outras desmoronariam. Essa dinâmica resultou em uma relação complexa, marcada por amor e desavenças. Enquanto se detestavam em certos momentos, não conseguiam suportar a ideia de ficarem afastados.

4- A relação entre os irmãos era ruim. Porém, embora não se suportassem, também não conseguiam ficar longe um do outro. Robin e Barry residiam em Miami, a apenas duas casas de distância, enquanto Maurice vivia a três quarteirões adiante. O sucesso lhes proporcionou uma vida luxuosa — com mansões, carros, iates e aviões — mas acabou os afastando. Como Robin afirmou antes de falecer: “Imagino se as tragédias pelas quais minha família vem passando não são o preço cármico a pagar por toda a fama e fortuna dos Bee Gees”.

Além disso, Barry disse à Rolling Stone, em 2014, que “Meu único arrependimento é que, no fim, nunca fomos grandes companheiros”, Gibb afirma. “Sempre havia uma discussão. Robin e eu funcionávamos musicalmente, e só. Éramos irmãos, mas não amigos de verdade. Foram muitos momentos ruins e poucos bons.”


5- Foram menosprezados. Os irmãos passaram de ícones a alvo de zombarias. “Nossa banda sempre foi criticada mesmo por quem sequer nos conhecia”, diz Gibb.

Os Bee Gees possuem a característica de terem sido, por um longo período, não apenas altamente populares, mas também menosprezados pela crítica — frequentemente vistos como frívolos pelos defensores do cânone da música pop. Uma coleção de álbuns dos Bee Gees relançados há alguns anos (“Best Of Bee Gees”, “Main Course”, “Children Of the World”, “Here at Last... Bee Gees... Live”, “Spirits Having Flown”) traz uma nova perspectiva sobre a banda. Ela revela como um grupo associado a uma série de sucessos adorados nas pistas de dança produziu álbuns ricos e coesos; além disso, testemunha um dos retornos mais impressionantes e inesperados da história da música pop.

6- Compuseram hits gigantescos para outros artistas: Islands In The Stream (Dolly Parton e Kenny Rogers), Grease (Frankie Valli), Heartbreaker (Dionne Warwick), Emotion (Samantha Sang), Chain Reaction (Diana Ross), Guilty (Barbra Streisand), entre outros.

7- A origem do nome Bee Gees. No início da década de 1960, os irmãos Gibb Barry, Robin e Maurice — formaram suas primeiras bandas e, eventualmente, decidiram se juntar como um trio. O nome Blue Cats foi escolhido inicialmente, embora não tenha permanecido por muito tempo. O grupo começou a se apresentar em pequenas festas e eventos, mas logo perceberam que precisavam de um nome mais memorável e profissional para refletir suas ambições na indústria da música. O nome da banda Bee Gees surgiu em 1959, quando o DJ australiano Bill Gates sugeriu o nome aos irmãos Gibb, tendo em conta que havia muitos "BGs" na vida deles, como Barbara Gibb, a mãe deles, Barry Gibb, o DJ, e Brothers Gibb. A banda adotou o nome em 1966.

8- Influência no Rock. Embora os Bee Gees tenham alcançado sua maior notoriedade durante a era disco nos anos 70, suas raízes no rock e na música popular foram uma parte fundamental de sua evolução como artistas. Barry Gibb colaborou com o Oasis, banda de rock alternativo, em "Don't Go Away". Além disso, o trio escreveu "To Love Somebody", que foi posteriormente coberta por Eric Clapton, além de outros artistas.

9 - A banda participou do filme Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, um musical inspirado no álbum de mesmo nome dos Beatles, no qual também interpretavam canções de outros discos do Fab Four. No entanto, o filme foi considerado um fracasso na época: conseguiu arrecadar mais de US$ 20 milhões nas bilheteiras, enquanto seu orçamento girava em torno de US$ 18 milhões.

"Nós escrevemos nossa própria música e adoramos fazer isso e isso é ótimo", disse Barry Gibb em entrevista à Rolling Stone. "Mas este é um álbum histórico transformado em filme, e temos orgulho de cantar essa música. Não conheço ninguém que não goste de cantar músicas dos Beatles. Vem de um instinto básico de que você gosta de cantar essas músicas de qualquer maneira. Na verdade, mal podíamos esperar para entrar no estúdio".


10- Três décadas de sucesso. O Bee Gess foi uma das únicas bandas da história a fazer um sucesso estrondoso em três décadas diferentes: 1960, 1970 e 1980.

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SHOW DE LADY GAGA EM COPACABANA REPERCUTE NA IMPRENSA INTERNACIONAL

Na noite de 3 de maio de 2025, Lady Gaga realizou um show gratuito histórico na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, reunindo entre 2,1 e 2,5 milhões de pessoas, segundo estimativas da organização. A apresentação tornou-se o maior espetáculo da carreira da artista e um dos maiores da história da música mundial.

Com esse feito, Gaga superou o público de Madonna no mesmo local em 2024 — estimado em cerca de 1,6 milhão —, mas ainda ficou atrás de Rod Stewart, que reuniu cerca de 3,5 milhões de pessoas na virada do ano de 1994 para 1995, também em Copacabana. Vale lembrar que o show de Stewart ocorreu no Réveillon carioca, evento que tradicionalmente atrai milhões de espectadores para a orla, o que contribuiu para os números históricos.

Operação “Fake Monster” Frustra Tentativa de Atentado

Horas antes do evento, a Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério da Justiça e Segurança Pública deflagraram a operação “Fake Monster”, que desmontou um plano de atentado com explosivos improvisados durante o show. Dois suspeitos foram detidos: um adulto no Rio Grande do Sul, por posse ilegal de armas, e um adolescente no Rio de Janeiro, investigado por armazenar pornografia infantil.

Segundo autoridades, o grupo envolvido promovia discurso de ódio, automutilação e violência contra a comunidade LGBTQIA+, além de recrutar jovens pela internet usando perfis falsos inspirados na fanbase da cantora. A ação policial foi mantida em sigilo até após o show para evitar pânico, e Lady Gaga só foi informada da ameaça depois da apresentação.

Repercussão Internacional: Público Histórico e Ameaça Frustrada Ganham Manchetes

A magnitude do show e a tentativa de atentado frustrada repercutiram fortemente na imprensa internacional, tanto pelo aspecto cultural quanto pelo risco evitado.

Sobre o show

O site da Billboard destacou:

“Lady Gaga realizou o maior show solo de sua carreira e o maior já feito por uma mulher na história da música mundial” (LINK).

A CNN International escreveu:

“O espetáculo gratuito de Gaga à beira-mar, com mais de 2 milhões de presentes, transformou Copacabana em uma rave global. Foi um tributo à diversidade, à inclusão e à força da música ao vivo.” (LINK)

O jornal britânico The Guardian afirmou:

“Lady Gaga fez história no Brasil com um dos maiores concertos já registrados. O público superou o de Madonna em 2024, consolidando o país como palco favorito das divas do pop.” (LINK)

Sobre a ameaça frustrada

A revista Vanity Fair destacou a operação com o título:

“Plano de bomba é frustrado antes de show histórico de Lady Gaga no Rio”, escrevendo: “Autoridades brasileiras identificaram uma célula online de extremistas que usavam identidades falsas para se infiltrar em comunidades de fãs. A ação foi rápida e silenciosa, impedindo o que poderia ter sido uma tragédia em massa.” (LINK)

O Pitchfork complementou:

“Os suspeitos mantinham perfis falsos inspirados em fãs de Gaga para atrair menores para ataques coordenados. A operação evitou o que poderia ser o pior ataque em um evento musical desde o atentado em Manchester, em 2017.” (LINK)

Já o tabloide britânico The Sun trouxe um tom mais emocional, destacando a fala da artista:

“Após saber da ameaça, Gaga teria chorado nos bastidores e dito: ‘O amor venceu outra vez. Obrigada, Brasil.’” (LINK)

Manifestação nas redes e comunicado oficial

Após o show, Lady Gaga usou suas redes sociais para agradecer o carinho do público brasileiro e, ao tomar conhecimento da ameaça frustrada, fez uma publicação emocionada:

“Brasil, eu não tenho palavras. Vocês me deram a noite mais linda da minha vida. Obrigada por me protegerem com tanto amor. Meu coração está com vocês para sempre. Amor vence.”

Horas depois, sua equipe divulgou um comunicado oficial sobre o incidente:

“A equipe da artista expressa profunda gratidão às autoridades brasileiras pela pronta e eficaz atuação. O bem-estar de todos os fãs é nossa prioridade máxima. Lady Gaga foi informada da ameaça somente após a apresentação, a fim de preservar a segurança do evento.”

Um Evento Histórico em Todos os Sentidos

Com um público recorde, um repertório repleto de hits e um cenário monumental à beira-mar, o show de Lady Gaga em Copacabana entrou para a história como um dos maiores eventos musicais já realizados. Ao mesmo tempo, a eficácia das forças de segurança brasileiras ao impedir um possível atentado mostra o grau de complexidade envolvido na organização de eventos dessa magnitude.

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