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Lady Gaga: Depois de 11 anos, “Bloody Mary” é lançada nas rádios

Faixa viralizou por causa da série ‘Wandinha’

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Depois de retomar o top 40 da Billboard com um hit de seu segundo álbum de estúdio, Lady Gaga agora está conquistando as rádios. “Bloody Mary”, do disco “Born This Way”, oficialmente integra as programações das rádios estadunidenses. Hoje, a canção já passou de 100 milhões de streams nas plataformas de áudio.

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O impulso está fortemente relacionado com a recém lançada série “Wandinha”, que conta a história da Família Addams a partir da perspectiva da filha primogênita na adolescência. Apesar de não fazer parte da trilha sonora, o hit foi associado com o programa.

Isso porque a produção foi muito bem recebida pelo público. Uma cena da personagem principal dançando “Goo Goo Muchk”, da banda The Cramps, deu origem a uma tendência viral. Nela, os internautas tentaram recriar seus movimentos, mas com a canção de Gaga ‘Bloody Mary’ de Gaga aos fundos de seus vídeos. Confira a cena original:



A atriz que interpreta Wandinha, Jenna Ortega, escreveu nas redes sociais que se inspirou em artistas como Siouxsie Sioux, Rich Man’s Frug de Bob Fosse, Lisa Loring, Lene Lovich, Denis Lavant e imagens de arquivo de góticos dançando em boates dos anos 80 para executar a dança.

Ela também revelou que montou a coreografia sozinha. “Me senti muito insegura. Acho que fica muito óbvio que não sou uma dançarina ou uma coreógrafa”, conta. Entretanto, o sucesso da performance indica o contrário: assim como no filme dos anos 60, os passos de Wandinha Addams marcaram uma geração.

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Escrito por Hadass Leventhal

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LADY GAGA: DE COACHELLA À COPACABANA

Lady Gaga fez história no Coachella 2025 com um espetáculo que mais parecia uma ópera pop moderna: teatral, dividido em cinco atos e com estética gótica. As apresentações nos dias 11 e 18 de abril foram marcadas pela estreia ao vivo de músicas do álbum Mayhem, além de clássicos como “Poker Face”, “Born This Way” e “Bad Romance”.

Mas se o tempo de palco no festival americano foi limitado a 90 minutos, os fãs brasileiros podem se preparar para um programa bem mais amplo no show gratuito em Copacabana, neste sábado (3 de maio). A expectativa é de que a performance de Lady Gaga no Rio de Janeiro dure até 2h30, com inclusão de músicas que ficaram de fora do set original, como sucessos de Chromatica, Artpop e Joanne.

Como foi o show no Coachella

Com coreografia de Parris Goebel e direção artística repleta de simbolismos visuais, Gaga apresentou um roteiro em cinco blocos distintos, alternando momentos de tensão, euforia, introspecção e catarse.

Uma experiência em cinco atos

Confira a setlist completa do Coachella, com a origem de cada música:

Ato I – Of Velvet and Vice

Ato II – And She Fell Into a Gothic Dream

Ato III – The Beautiful Nightmare That Knows Her Name

Ato IV – To Wake Her Is to Lose Her

Finale – Eternal Aria of the Monster Heart

Essa estrutura foi mantida em ambas as apresentações no festival, com pequenas variações em elementos visuais e interações com o público. Por exemplo, na primeira apresentação, Gesaffelstein, produtor e DJ francês conhecido por sua estética sombria e minimalista no techno e electro, participou ao vivo da performance de “Killah”. A música faz parte do novo álbum da cantora, Mayhem, e é uma colaboração entre os dois artistas.

Elementos Teatrais e Visuais

A ópera pop tem direção criativa de Parris Goebel, conhecida por seu trabalho com artistas como Rihanna e Doja Cat, e incorporou elementos teatrais, como mudanças de figurino dramáticas, cenários góticos e coreografias elaboradas, criando uma experiência imersiva para o público.

Destaques visuais incluíram uma batalha de xadrez encenada durante "Poker Face", onde os dançarinos representavam peças do jogo, e a transformação do palco em um cenário verdejante durante "Garden of Eden", com Gaga tocando guitarra.

O que esperar do show no Rio de Janeiro?

Para a apresentação gratuita na praia de Copacabana, Lady Gaga deve manter o núcleo teatral de Mayhem, mas há grande expectativa por um show mais longo e afetivo. Com liberdade de tempo e público local engajado, faixas como:

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