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Vice-presidente dos EUA alerta Rússia sobre sanções se ela recusar bom acordo de paz com Ucrânia

Placeholder - loading - JD Vance em Munique  14/2/2025   REUTERS/Leah Millis
JD Vance em Munique 14/2/2025 REUTERS/Leah Millis
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Por Jonathan Landay e Andrew Gray e Sabine Siebold

MUNIQUE (Reuters) - O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, alertou a Rússia de que Washington poderia aplicar sanções a Moscou se o país não concordar com um bom acordo de paz com a Ucrânia, ao mesmo tempo em que pediu à Europa que gaste mais em defesa ao chegar para a Conferência de Segurança de Munique.

A Ucrânia e as perspectivas de negociações de paz preocuparam muitos dos participantes do encontro global de alto nível, depois que Donald Trump surpreendeu os aliados dos EUA ao telefonar para o presidente russo, Vladimir Putin, e anunciar o início de negociações para acabar com a guerra na Ucrânia.

'Vamos falar, é claro, sobre o conflito Ucrânia-Rússia e como levá-lo a uma solução negociada', disse Vance aos repórteres antes de se reunir com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, pouco antes do início da conferência.

Vance, que deve se encontrar com o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy ainda na sexta-feira, disse que os EUA poderiam atingir Moscou com sanções e até mesmo com ações militares se Putin recusasse um acordo de paz com a Ucrânia que garantisse a independência de longo prazo de Kiev.

'Existem ferramentas econômicas de alavancagem, existem, é claro, ferramentas militares de alavancagem' que os EUA poderiam usar contra Putin, disse Vance em entrevista ao Wall Street Journal.

'Há inúmeras formulações, configurações, mas nós nos preocupamos com a independência soberana da Ucrânia.'

O telefonema de Trump com Putin alimentou temores entre os governos europeus de que eles poderiam ser excluídos de um acordo para encerrar a guerra que poderia acabar sendo muito favorável à Rússia e prejudicar sua própria segurança.

A ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, reiterou essas preocupações na sexta-feira.

'Uma paz fictícia -- sobre a cabeça de ucranianos e europeus -- não traria nenhum benefício', disse ela. 'Uma paz falsa não traria segurança duradoura, nem para o povo da Ucrânia, nem para nós da Europa ou dos Estados Unidos.'

A Rússia agora detém cerca de 20% da Ucrânia quase três anos depois de lançar uma invasão em grande escala, dizendo que a busca de Kiev por laços com a Otan e a União Europeia representava uma ameaça existencial. A Ucrânia e o Ocidente consideram a ação da Rússia uma apropriação imperialista de terras.

Sentado ao lado de Vance antes das conversas, o secretário-geral da Otan disse que eles discutiriam como 'levar a Ucrânia a um ponto de força máxima quando as conversas começarem'.

Precisa haver uma 'paz duradoura (e Putin) não pode tentar novamente', declarou Rutte.

Escrito por Reuters

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