Greve de entregadores por aplicativo entra no segundo dia
Categoria protesta por melhores condições de trabalho
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A greve nacional dos entregadores por aplicativo entra no segundo dia nesta terça-feira (1). A categoria protesta por melhores condições de trabalho e remuneração justa.
A paralisação, apelidada de “Breque dos Apps”, mobiliza entregadores em diversas cidades do Brasil e provoca atrasos no recebimento de pedidos.
Em São Paulo, nesta segunda-feira (31), uma motociata partiu da Praça Charles Miller, no Pacaembu, em direção à Avenida Paulista, que chegou a ficar interditada no sentido Consolação por volta das 12h.
Segundo o Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas do Estado de São Paulo (SindimotoSP), os entregadores pedem:
- taxa mínima de R$ 10 por corrida até 4 quilômetros;
- aumento do valor para R$ 2,50 por quilômetro;
- limitação das entregas por bicicletas a um raio máximo de 3 quilômetros;
- pagamento integral de taxa em cada um dos pedidos, mesmo em entregas agrupadas na mesma rota.
Em nota, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que representa empresas do setor de entregas por aplicativo, afirmou que apoia a regulação do trabalho intermediado por plataformas digitais, “visando garantir a segurança jurídica das atividades, assim como a proteção social dos trabalhadores”.
Escrito por Redação